Para responder essa pergunta é preciso esclarecer que não existe “estar bem” ou “estar mal” no plano espiritual. O estado positivo ou negativo nos planos imateriais é um reflexo da natureza de uma alma e do seu estado de elevação e libertação. No plano físico a ideia de estar bem ou estar mal faz sentido. Reconhecemos que estar bem é estar devidamente servido em quesitos básicos de sobrevivência, como ter estabilidade material, dinheiro, conforto, fazer o que gosta, ter saúde física e mental, ter nossas necessidades supridas e estar satisfeito com a vida que se leva. [Continue lendo]
Nossos benfeitores espirituais nos esclarecem que é preciso que todos consideremos que os animais diversos, a nós rodearem a existência de seres humanos em evolução no planeta Terra, são nossos irmãos menores, desenvolvendo em si mesmo o próprio princípio inteligente.(…) Eles, os animais aspiram ser, num futuro distante, homens e mulheres inteligentes e livres. Assim sendo, nós podemos nos considerar como irmãos mais velhos e o mais experimentado dos animais. (…) Tudo isso se resume em graves responsabilidades para os seres humanos; a angústia, o medo e o ódio que provocamos nos animais lhe altera o equilíbrio natural de seus princípios espirituais, determinando ajustamentos em posteriores existências (…) A responsabilidade maior recairá sempre nos desvios de nós mesmos, que não soubemos guiar os animais no caminho do Amor e do Progresso, seguindo a Verdade de Deus [Continue lendo]
A Fox vai produzir um longa-metragem baseado na biografia do médium Divaldo Franco, 89 anos, considerado o mais famoso médium espírita vivo do Brasil.
Escrito pela jornalista Ana Landi, o livro “Divaldo Franco: A Trajetória de Um dos Maiores Médiuns de Todos os tempos (ed. Bella) vai ser adaptado pelos estúdios Fox, em parceria com a Estação Luz Filmes e a produtora Cine, com lançamento previsto para o segundo semestre. [Continue lendo]
Vibra em mim algo no meio do peito, da mesma forma que a ansiedade vibra na altura do meu estômago. Me remete não só a lembranças, mas a completas sensações de momentos vividos. Traça intimamente e rapidamente um paralelo de onde estive com onde estou, o que eu fazia e o que faço agora. Coloca o passado e o presente numa balança a qual fujo para não ver a medição.
Sinto-me imergido em breves momentos de reflexão, sem esperar resultado, só reflexão.
Realmente a vida é feita de escolhas, e são tantas que me remetem a memória desde aquela época até agora. Muitas encruzilhadas, vias de mão dupla e movimentadas avenidas todas disfarçadas de estrada dos tijolos amarelos.
E se eu tivesse feito diferente? Aonde estaria? Com quem eu estaria? De que eu teria me arrependido?
Me arrependo de algumas coisas, é verdade.
Com preguiça de procurar muito já tive algumas informações interessantes:
nostalgia
1. melancolia profunda causada pelo afastamento da terra natal.
2. psic distúrbios comportamentais e/ou sintomas somáticos provocados pelo afastamento do país natal, do seio da família e pelo anseio extremo de a eles retornar.
3. p.ext. saudades de algo, de um estado, de uma forma de existência que se deixou de ter; desejo de voltar ao passado. (n. da vida adolescente)
4.estado melancólico devido a aspirações, desejos nunca realizados. (n. de uma vida conjugal)
5.estado de tristeza sem causa aparente.
Parece que tem muita gente tentando explicar esse fenômeno sentimental, e assim como eu agora, ninguém sabe ao certo.
Voltando à reflexão nostálgica começo a questionar qual foi o sentido disso tudo. Por que passei por isso tudo e ainda passarei por mais.
Atenção, metáfora adiante:
Creio em Deus, mas acredito que ele não traça a nós todo o caminho. Ele sabe aonde chegaremos inevitavelmente pois conhece o nosso potencial mas age como um professor que deixa a criança numa sala cheia de objetos, alguns perigosos, outros didáticos, outros preciosos, entretanto todos desafiadores. Ele senta no canto e supervisiona o nosso aprendizado, inserindo um brinquedo ou outro na nossa frente de acordo com nossas dificuldades. Se estamos gananciosos demais ele não tira o brinquedo, ele coloca um pouco mais e ao nosso lado trás o amiguinho que está sem nenhum, aumentando assim o desafio.
Se seguir essa linha de pensamento, posso dizer que a maioria das coisas esteve e está ainda nas minhas mãos
3. Saudades de algo, de um estado, de uma forma de existência que se deixou de ter; desejo de voltar ao passado. (n. da vida adolescente)
Não tem jeito de voltar e não adianta se sentir mal por isso, mas é isso que esse sentimento estranho nos remete. Lembro que fiz alguns vestibulares cuja técnica de avaliação nunca me pareceu muito correta, não sei dizer o porquê mas… É aquela onde se você erra duas perguntas, isso anula uma resposta certa.
Meu relacionamento com esse tipo de prova é o mesmo relacionamento com pessoas que se atribuem o direito de julgamento e tem a psique tendente à rigorosidade de ideias. Aquele amigo que valoriza mais o mau do que o bem, que imagina que os outros devem ser totalmente puros, senão não são dignos de confiança. Visualiza que o companheiro que lhe fez uma benfeitoria, após cometer um erro indignifica (acho que não existe essa palavra) tudo aquilo de positivo que deixou para trás.
Trazendo a nostalgia ao papo, prefiro inverter essa avaliação, dizendo que a cada dois acertos você “ameniza” um erro do passado, digo ameniza, onde depois de feito nunca se esquece o mau uso dos brinquedos e desafios anteriores. Sendo isso providencial para que nos próximos testes da vida, possamos focar em acertar tantos quanto pudermos para corrigir os desvios de caminhos que seguimos.
Quadro do pintor italiano Pino Daeni
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Uma das coisas que eu acho fascinante em Jesus, é a capacidade que ele tinha de encontrar no meio da multidão, pessoas.
Ele era capaz de reconhecer em cima de uma árvore um homem, e descobrir nele um amigo.
Bonito uma amizade que nasce a partir da precariedade, quando você chega desprevenido, o outr [Continue lendo]
Assista o depoimento de um filho que foi marcado por uma mensagem forte de sua mãe.
“Os pais do passado, não se preocupavam em serem amados, mas não abriam mão de serem respeitados, e com isso conseguiam o amor e o respeito. Infantilmente os pais de hoje querem ser amados por crianças e adolesc [Continue lendo]