A Moça Inocente de Catanduva (Final Surpreendente) – Uma história de Divaldo Franco

Oportunamente fui pregar em Catanduva. Naquele tempo viajava-se muito em trens noturnos. Eu o tomava em Catanduva e ia até São Paulo. Era uma viagem razoavelmente confortável.
Numa das vezes em que estive naquela cidade, ao regressar, Dona Lola Sanchez e outros confrades me levaram até a estação ferroviária. O trem saía as 22:30 hs.
Quando cheguei à plataforma de embarque chamou-me a atenção uma senhora camponesa despedindo-se da filha. A jovem era uma daquelas meninas bonitinhas, bem modestas, do interior, vestida com simplicidade, o cabelo liso, partido ao meio e muito mimosa. [Continue lendo]

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A nova geração vem com uma missão e não tem compromissos com os pecados do passado – Divaldo Franco

Acreditamos que a geração nova vem com uma missão, a missão de construir, é uma geração que não tem compromissos com os pecados do passado, não esta acorrentada a favores de autoridades, e que tem ideais, criaram neste momento da grande cultura tecnológica as facilidades, compreendendo também a disc [Continue lendo]

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Há um período em que os PAIS vão ficando ÓRFÃOS de seus PRÓPRIOS FILHOS

É que as crianças crescem de uma maneira independente, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com uma alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.

Um dia sentam-se [Continue lendo]

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MORRER NÃO DÓI

Dói viver sofrendo, iludido, com medo, inibido viver tentando evitar a morte e por consequência perder a vida, a morte é ato único e fatídico, aceitei o contrato de morte (vida) ao nascer… O contrato de nascimento, vida e morte é tão fantástico e exato que: nascer é inevitável, morrer é inevitável e em quanto não se morre VIVER É inevitável! E o fim é só o começo de outro fim… [Continue lendo]

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