Aula 30 – Preparo do Passista

preparo

Nessa aula aprendemos sobre o preparo do passista para a aplicação do passe, veja abaixo:

MÉDIUNS PASSISTAS

 

Sendo o nosso trabalho sobre PASSE, e todo ele baseado nos ensinos espíritas, não podíamos deixar de trazer para os nossos amigos esta pagina do livro “Missionário da Luz” onde encontramos com absoluta clareza e precisão uma orientação sumamente esclarecedora. Atentemos para esta advertência:

“Para ser médium passista, exige-se muito critério e responsabilidade”. Isto dito pelo espírito de André Luiz deveria calar fundo no intimo de todos os médiuns que se aventuram a transmitir passes, sejam ou não espíritas.

 

CONDIÇÕES BÁSICAS

 

O médium passista para que seja de fato um “médium passista”, precisa estar integrado nos seis itens que enumeramos dos ensinos de André Luiz, como segue:

 

“… na execução da tarefa que lhe está subordinada, não basta a boa vontade, como acontece em outros setores de nossa atuação. Precisa revelar determinadas qualidades de ordem superior e certos conhecimentos especializados. O servidor do bem, mesmo desencarnado, não pode satisfazer em semelhante serviço, se ainda não consegue se manter em padrão superior de elevação moral contínua, condição indispensável à exteriorização das faculdades radiantes. O missionário do auxílio magnético na crosta ou aqui em nossa esfera, necessita:

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Aula 29 – Conduta do Passista

conduta

Nessa aula vemos através de perguntas e respostas do site CEAK (https://ceak.org.br/therezinhaoliveira/index.php/2011/04/passe-o-passista-requisitos-e-preparo/) perguntas e respostas sobre a conduta do passista e curiosidades sobre o passe confiram:

Podemos dar o passe involuntariamente?

R: Às vezes, sem o saber estamos doando energias para alguém por o observarmos penalizados, quem sabe com vontade de ajudar; também pode alguém atrair para si as nossas energias. Não deixa de ser uma transmissão de energias, um passe, embora não tenha sido feito consciente e voluntariamente.

Como podemos saber se temos o dom de dar o passe? Mesmo sem ter conhecimentos profundos podemos aprender a dar o passe?

R: Para saber se somos médiuns ou não, é preciso experimentar, diz Kardec. O mesmo se pode dizer sobre a aplicação de passes. Poderemos experimentar dar passe mesmo sem ter conhecimentos profundos a respeito; mas, quem nenhum conhecimento tem sobre o passe, quem ignora que é preciso o preparo do assistido e o que pode ocorrer durante o passe; então, é preferível se abstenha de dar passe, até obter o necessário “know how” a respeito.

Quais são os possíveis problemas que podem ocorrer no caso de os passistas não terem conhecimentos doutrinários a respeito do passe?

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Aula 26 – Recepção e Transmissão de Fluidos

fluidos

Antes de quaisquer considerações a respeito das formas de aplicação do passe, convém lembrar que o passista deve, em primeiro lugar, preparar-se convenientemente, através da elevação espiritual, deve encarar a transmissão do passe como um ato eminentemente fraternal, doando o que de melhor tenha em sentimentos e vibrações.

 

A transmissão do passe se faz pela vontade que dirige os fluidos para atingir os fins desejados. Daí, concluir-se que antes de quaisquer posições, movimentos ou aparatos exteriores, a disposição mental de quem aplica e de quem recebe o passe, é mais importante. Deve-se, na transmissão do passe, evitar condicionamentos que já se tornaram usuais mas que unicamente desvirtuam a boa prática espírita. Destacamos, a seguir, aquilo que o conhecimento da mecânica dos fluidos já nos fez concluir :

 

Não há necessidade do toque, de forma alguma ou a qualquer pretexto, no paciente, para que a transmissão do fluido ocorra. A transmissão se dá de aura para aura. O encostar de mãos em quem recebe o passe causa reações contrárias à boa recepção dos fluidos e, mesmo, cria situações embaraçosas que convém prevenir.

 

A Imposição de mãos, como o fez Jesus, é o exemplo correto de transmitir o passe. (Esse Centro Coronário, recebe em primeiro lugar os estímulos do Espírito, comandando os demais, vibrando todavia com eles em justo regime de interdependência). ”O Centro Coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso …” (André Luiz).

 

Os movimentos que gradativamente foram sendo incorporados à forma de aplicação do passe criaram verdadeiro folclore quanto a esta prática espírita, desfigurando a verdadeira técnica. Os passistas passaram a se preocupar mais com os movimentos que deveriam realizar do que com o dirigir seus pensamentos para movimentar os fluidos.

 

Não há posição convencionada para que o beneficiado deva postar-se para que haja a recepção dos fluidos (pernas descruzadas, mãos em concha voltadas para o alto, etc). O importante é a disposição mental para captar os fluidos que lhe são transmitidos e não a posição do corpo.

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